Estatísticas de Perdas no Varejo:

No Brasil a instituição PROVAR - Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (FIA) realiza anualmente, desde o ano de 2001, uma avaliação sobre Perdas no Varejo.  A identificação das causas das perdas é o principal objetivo dos varejistas engajados na Prevenção de Perdas. As cinco causas principais de perdas foram assim divididas: Furto Interno, Furto Externo, Quebra Operacional, Erro Administrativo, e Fornecedor. Quando feita a identificação das perdas, a principal causa atribuída foi o Furto (interno e externo) com cerca de 53% do total de perdas, ou aproximadamente R$ 1,87 bilhões no ano. As demais causas foram assim mensuradas:


Nossa Atuação:

Representantes Técnicos e Comerciais em Minas Gerais da NAUTEC, líder de produção da América Latina e do mercado interno em Sistemas de Proteção Eletrônica de Mercadorias em radiofrequência e maior exportador para a Europa, vimos assegurar que o fabricante da Solução em Redução de Perdas com maior tecnologia embarcada seja representado por uma consultoria capacitada e Assistência Técnica altamente qualificada. A fim de complementar as mais efetivas medidas, fornecemos Soluções Integradas em CFTV Digital e Controle de Acesso aos Sistemas de Proteção Eletrônica de Mercadorias, a fim de maximizar o efeito das Soluções implantadas em última análise, às margens dos investidores do Varejo que aderiram à cultura de Prevenção de Perdas.

 

Tendências:

Dado à caracterização de maximização dos lucros que um programa de Prevenção de Perdas traz às empresas, nos últimos anos vem ocupando papel de destaque nos planos estratégicos. São três os motivos que reforçam esta questão: 1) As margens de lucro estão cada vez menores no setor varejista, dada a acirrada concorrência encontrada pelo setor a partir dos anos 90, principalmente quando novos produtos e empresas transnacionais entraram no país, introduzindo novas tecnologias e garantindo eficiência ao processo de distribuição e venda dos produtos; 2) Com a estabilidade econômica, as empresas varejistas perderam o caráter de agentes financeiros, na medida em que estas passam a não mais conseguir a obtenção de lucros a partir de operações de hedge e demais aplicações no mercado financeiro, conseqüentes de uma inflação de preços elevada; 3) A percepção da oportunidade de evolução do escopo e papel da Prevenção de Perdas, deixando de ser uma atividade com foco reativo, sem a perspectiva de geração de resultado, para tornar-se uma ferramenta de negócio altamente eficaz na geração e preservação das margens. Estas três características apontam a importância do tema Prevenção de Perdas no varejo, não mais como uma opção, mas sim como uma necessidade que representa incremento de diferencial competitivo.